
Ações mostram desempenho da PM no combate à criminalidade (Divulgação)
Em três dias, policiais militares do 10º BPM/I (Batalhão de Polícia Militar do Interior) capturaram quatro foragidos da Justiça, sendo que dois deles eram procurados por crime de estupro de vulnerável. Todos ficaram presos à disposição da Justiça.
Dois dos criminosos foram presos na última segunda-feira, dia 27. O primeiro preso, de 42 anos, foi localizado na avenida Laranjal Paulista por policiais militares da 1ª Companhia do 10º BPM/I; já a segunda captura ocorreu durante a noite, quando policiais do Comando de Força Patrulha capturaram o segundo foragido no bairro Vila Taiguara.
Já no último domingo, dia 26, equipes de Força Tática receberam a denúncia de que um indivíduo procurado pela Justiça, por crime de estupro de vulnerável, estaria escondido em uma residência do bairro Água Branca. O indivíduo foi localizado e preso pouco tempo após a chegada das equipes ao local. Durante pesquisa aos sistemas, os policiais constataram a existência de um mandado de prisão em aberto contra o rapaz, no regime fechado, com pena de 32 anos ainda para ser cumprida. O indivíduo foi preso e apresentado no Plantão Policial, onde ficou à disposição da Justiça.
Já na manhã do último sábado, dia 25, a polícia prendeu, durante patrulhamento pelo bairro Planalto, mais um indivíduo com mandado de prisão em aberto; desta vez, com pena de 14 anos para ser cumprida. O homem foi preso e conduzido ao Plantão Policial, onde a ocorrência foi formalizada pelo delegado de plantão. Ao término das formalidades, um boletim de ocorrência foi registrado e o indivíduo permaneceu à disposição da Justiça.
Estupro de vulnerável
Crimes de estupro de vulnerável são registrados nas Delegacias de Defesa da Mulher (DDM), onde também são registrados e investigados crimes contra a mulher, previstos na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006). Os tipos de violência contra a mulher previstos na Lei Maria da Penha são: Violência física (condutas que ofendem a integridade ou a saúde corporal da mulher, como tapas, socos, empurrões, arremesso de objetos e tentativas de estrangulamento); Violência psicológica (condutas que causem danos emocional e diminuição da autoestima, como ameaças, perseguição, chantagem, ridicularização e isolamento social); Violência sexual (forçando a mulher a presenciar, manter ou participar de relações sexuais não desejadas, mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força); Violência patrimonial (condutas como destruição de objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens e valores das mulheres); e Violência moral (como calúnia, difamação ou injúria).
A DDM também lida com o crime de descumprimento de medidas protetivas de urgência, que são ordens judiciais para proteger a mulher do agressor. O agressor que descumpre essas medidas pode ser preso em flagrante.
Em Piracicaba, a DDM funciona 24 horas, está sediada na rua Alferes José Caetano 1.018 e atende pelo telefone (19) 3433-7022.