CUIDADORIA COLETIVA

'Vizinhança Solidária' no bairro Jardim Europa

A ideia é estimular a adoção de práticas preventivas

Marcelo Rocha
12/04/2018 às 09:39.
Atualizado em 28/04/2022 às 02:15
Samuel Dal Porto, José Luis Monis, Leonardo Biazon e o capitão Vicci (Christiano Diehl Neto)

Samuel Dal Porto, José Luis Monis, Leonardo Biazon e o capitão Vicci (Christiano Diehl Neto)

Quinta-feira, 12 de abril de 2018 A Polícia Militar selou, por meio do Programa 'Vizinhança Solidária', mais um acordo com a sociedade civil. Desta vez, com a comunidade dos bairros Prolongamento Cidade Jardim e Jardim Europa. O Programa 'Vizinhança Solidária' é uma iniciativa que a PM desenvolve junto à população de uma determinada área. A ideia é estimular a adoção de práticas preventivas - e desenvolver um espírito de cuidadoria coletiva - para melhorar a Segurança Pública daquela região. Ou como disse a PM, "incentivar a vizinhança a adotar medidas capazes de prevenir delitos e colaborar com o policiamento". "A gente já desenvolve esse programa em várias regiões de Piracicaba. O intuito do Programa é fazer com que as pessoas do bairro se conheçam e adotem medidas de segurança para prevenir crimes", declarou o Guilherme Vicci Amadeu, capitão da Polícia Militar e comandante da 4ª Companhia, de Piracicaba. O capitão Vicci explicou que a adesão ao 'Vizinhança Solidária' "é materializada com a instalação de placas que são afixadas em residências das pessoas que participam do programa, logradouros públicos e outros espaços. As plaquinhas ajudam a identificar que ali existe a parceria entre a sociedade civil e a PM". A partir da adesão ao Programa, contou Vicci, a PM se compromete a passar noções/orientações de segurança, a fazer visitas comunitárias e, eventualmente, palestras conforme a necessidade. Nesta quarta-feira (11), 35 placas foram entregues a proprietários de residências dos dois bairros, informou Leonardo Biazon, morador da região e presidente da Associação dos Moradores da Avenida Carlos Botelho e Bairros Adjacentes (Amcaba). "Este primeiro lote de placas será instalado em 35 casas, de ruas como a Samuel Neves, Suíça, Duque de Caxias e outras", contou. "Nós criamos um grupo de WhatsApp no qual a gente se comunica. Todo mundo fica de olha na segurança do bairro. E quando acontece uma situação diferenciada (suspeita), a gente já comunica a polícia", acrescentou Biazon. "A partir do 'Vizinhança Solidária', a comunidade adota uma postura preventiva e passa a ter responsabilidades quanto à Segurança Pública", observou Vicci.

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