DISCO SOLO

Projeto 'Mãos Elementais' acontecerá no Sesc

Violonista prestará homenagem ao pai, Baden Powell

Da Redação
10/05/2018 às 09:33.
Atualizado em 28/04/2022 às 02:10
O músico, Marcell Powell  (Eden Barbosa)

O músico, Marcell Powell (Eden Barbosa)

Quinta-feira, 10 de maio de 2018 Nesta quinta-feira (10), o Sesc Piracicaba, localizado à rua Ipiranga, iniciará o Projeto 'Mãos Elementais', que reúne músicos aclamados do violão, reconhecidos pelo seu virtuosismo e que são referências da Música Erudita Contemporânea e da Música Popular. As apresentações seguirão até o dia 28 de junho, com shows no Teatro da Unidade, Comedoria e Ginásio. A apresentação desta quinta-feira, terá o músico Marcel Powell, com o show 'Só Baden', a partir das 20 horas. Ingressos (verificar disponibilidade): R$ 5,00 (trabalhador no Comércio de Bens, Serviços e Turismo, credenciado no Sesc e dependentes – Credencial Plena)/R$ 8,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos de idade, pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola pública com comprovante) e R$ 16,00 (demais interessados). O violonista prestará homenagem ao pai, Baden Powell, em show de seu mais recente disco solo. Vencedor do Prêmio 'Rival Petrobras', de 2006, como melhor instrumental-solo, o músico trará releituras dos clássicos compostos pelo pai, do qual foi aluno: 'Berimbau', 'Samba em Prelúdio', 'Astronauta' e 'Tempo Feliz'. No formato intimista de violão-solo, o músico permeará o show com algumas histórias de suas experiências pessoais com seu pai e de como foram compostas algumas das músicas com os principais parceiros do homenageado. Além de Powell, estão previstos shows de Ricardo Vignini (24 de maio), André Siqueira (14 de junho), Victor Biglione (21 de junho), Badi Assad (28 de junho), Yamandu Costa e Alessandro Penezzi (30 de junho). A programação completa pode ser consultada no site: www.sescsp.org.br/piracicaba. Projeto O Projeto 'Mãos Elementais' chega ao Sesc Piracicaba trazendo os melhores agouros, os louros de aclamadas escolas do violão e acende a centelha que aponta por qual das veredas seguirão logo mais. Violão e músico tornam-se elementais, rodopiam os moinhos de vento e as rodas d’agua. São o café e a prosa, são o mesmo píer donde partem e chegam os barcos. Segurar nas unhas a pressão das cordas não é para qualquer um, afinal, delas ecoam legados onde passeiam Pixinguinhas, Raphaéis, Horondinos, Jacobs, brincam Garotos e afro-Powels. Seis, sete ou 10, cada qual sabe sua aritmética e como mantê-la afinada. Trazer ao palco esse encontro é um desafio e uma afronta, pois os elementais se espalham, são tão difíceis de se ver como capturar sacis de arapuca, mas percebê-los sim: é muito fluido para qualquer coração que bate.

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