A família Sônia Aparecida Tabai Rossete foi surpreendida pelo crime

O túmulo violado, no Cemitério do bairro Vila Rezende (Alexandre Tabai/Divulgação)
Quarta-feira, 24 de maio de 2017 "Não basta a dor da perda de nossos entes queridos. Não basta ser um lugar de despedida, de tristeza. Tem de ser deprimente. Tem de estar largado a ponto de levarem o que ainda nos resta de lembrança", dizia, nesta terça-feira (23), Sônia Aparecida Tabai Rossete. A placa do túmulo da mãe, Marilene Gallina Tabai, cujo corpo foi sepultado há sete meses, no Cemitério do bairro Vila Rezende, foi furtada. Sônia disse que ainda sofre com a partida da mãe e quando soube do furto, pelo irmão, Alexandre Tabai, não teve coragem de ver como ficou o túmulo. A placa do jazigo do pai dela, falecido há 42 anos, foi furtada pela segunda vez. “Pagamos impostos para passarmos por este descaso”, declarou. O comando da Guarda Civil informou que passam viaturas rondando o local ininterruptamente. A GC orienta as vítimas a registrarem Boletim de Ocorrência. A Secretaria Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Sedema) informou, por meio do Centro de Comunicação Social da Prefeitura, que está em execução a ampliação do muro do Cemitério e, em seguida, serão instaladas concertinas - proteção em espiral colocada sobre o muro, para dificultar a entrada de marginais.