O assassinato em Teerã do número 2 da Al Qaeda, revelado pelo jornal "The New York Times", é uma "informação inventada" - declarou o Ministério iraniano das Relações Exteriores iraniano neste sábado (14), negando a presença de membros dessa organização terrorista islâmica no país
O assassinato em Teerã do número 2 da Al Qaeda, revelado pelo jornal "The New York Times", é uma "informação inventada" - declarou o Ministério iraniano das Relações Exteriores iraniano neste sábado (14), negando a presença de membros dessa organização terrorista islâmica no país.
Os inimigos de Irã, dos Estados Unidos e Israel "tentam desviar a responsabilidade por atos criminosos da Al-Qaeda e de outros grupos terroristas na região e vincular o Irã a esses grupos por meio de mentiras e vazamentos de informações inventadas pela mídia", declarou o porta-voz do Ministério, Saeed Khatibzadeh, em um comunicado.
Os Estados Unidos e "seus inimigos na região" criaram a Al-Qaeda por suas "políticas ruins", acrescentou Khatibzadeh, que aconselhou a imprensa "a não cair na armadilha dos roteiros de Hollywood das autoridades norte-americanas e sionistas".
Ontem, o "New York Times" noticiou que o número dois da Al Qaeda, Abdullah Ahmed Abdullah, que consta da Lista de Terroristas Mais Procurados do FBI, foi "morto a tiros nas ruas de Teerã por dois assassinos de motocicletas". Essa informação foi confirmada por funcionários da Inteligência americana ao jornal.
Além desse líder da Al-Qaeda, também teria morrido no ataque sua filha Miriam, viúva do filho de Osama bin Laden, acrescentou o jornal.
Supostamente realizado por agentes israelenses a mando de Washington, o ataque teria ocorrido em 7 de agosto passado, no aniversário dos ataques às embaixadas dos Estados Unidos no Quênia e na Tanzânia em 1998. Segundo a Justiça americana, Abdullah Ahmed Abdullah estava envolvido em ambos.
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