Avó de menino de quatro anos de idade reclamou a falta de aviso
Sexta-feira, 13 de abril de 2018 A revendedora Cláudia de Almeida Martins Rodrigues, 46 anos de idade, está indignada com o episódio envolvendo seu neto, de quatro anos de idade, ocorrido na Escola Municipal 'José Antônio de Oliveira', localizada no Jardim Bartira, no distrito de Tupi. Na última terça-feira (10), o menino sofreu uma queda na Escola, na qual fraturou a clavícula, e, segundo a avó, os responsáveis pela escola não tomaram as providências necessárias. De acordo com Cláudia, o neto Miguel Alexandre Barbosa Rodrigues quebrou a clavícula após uma queda, enquanto brincava num escorregador. "O problema é que ninguém me chamou e nem ligou para minha nora, que é a mãe da criança. Quando fui buscá-lo, horas depois, ele estava deitado na quadra com muita dor, enquanto um moço de uns 18 anos de idade tomava conta dele. Logo ele começou a chorar e, então, levei-o à COT (Central de Ortopedia e Traumatologia), onde ficou constatado que ele trincou um osso e quebrou outro. Ele foi medicado, falaram que não é possível engessar aquela região, e agora vai ficar 30 dias afastado", relatou. "Mas, quando cheguei à Escola, a professora me falou que ele havia tomado um tombo, que haviam posto gelo no local e que não era nada de mais grave. Isso é um descaso. Pelas minhas contas, meu neto ficou três horas com dor e ninguém tomou providência. E olha que eles têm meus telefones e da minha nora. Não entendo essa omissão", desabafou. Resposta Em nota, a direção da Escola Municipal 'José Antonio de Oliveira', no bairro Jardim Bartira, confirmou que a criança sofreu uma queda do escorregador às 14h30 da última terça-feira. “De imediato, a direção da Escola providenciou uma compressa com gelo e aplicou pomada no local do trauma. Posteriormente, a criança continuou na escola e desenvolveu suas atividades normais, sem demonstrar sinal de dor. A avó da criança foi buscá-la às 16h50 e a levou à COT (Centro de Ortopedia e Traumatologia) às 17h45, onde foi confirmado que a criança sofreu fratura na clavícula esquerda. A direção da Escola, no entanto, não confirma a informação que a criança estava deitada na quadra quando a avó chegou para busca-la”. Na última quarta-feira (11), uma equipe da Saúde do Escola, da Secretaria Municipal de Educação (SME), conversou com a mãe e a avó da criança e se comprometeu a dar todo o suporte necessário para auxiliar no processo de recuperação da criança.