PANFLETOS DISTRIBUÍDOS

Contra a dengue, alunos foram às ruas da cidade

Houve até a divulgação de uma receita caseira de repelente

Marcelo Rocha
18/04/2017 às 10:44.
Atualizado em 28/04/2022 às 03:33
Ato no entorno da Escola: alunos do Ensino Fundamental II participaram da caminhada (Christiano Diehl Neto)

Ato no entorno da Escola: alunos do Ensino Fundamental II participaram da caminhada (Christiano Diehl Neto)

Terça-feira, 18 de abril de 2017 Cerca de 270 alunos da Escola Estadual 'Professor Francisco Mariano da Costa' promoveram, na última semana, uma passeata pelas ruas do bairro Novo Horizonte para conscientizar a população sobre os riscos que o mosquito Aedes aegypti oferece à saúde humana. Durante o ato, houve a distribuição de panfletos informativos e de uma receita de repelente caseiro que mistura álcool e cravo. O objetivo da manifestação é alertar a comunidade estudantil e a população da região em relação aos riscos da dengue, explica Angélica Silva, coordenadora-geral da escola de período integral. "Os alunos, professores, coordenadores e a direção da escola promovem, anualmente, essa passeata para conscientizar a comunidade", diz a educadora. "Os próprios alunos fazem o repelente caseiro, que é distribuído durante a caminhada no entorno da escola", acrescenta. Os alunos envolvidos no ato são do Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano). A estudante Laura Beatriz dos Santos Fogaça, 13 anos de idade, conta que também participou da passeata no ano passado. "Essa caminhada é importante porque a gente lembra as pessoas que elas precisam se proteger contra a dengue", declara. A colega, Lauriane Vitória de Moraes Ferreira, 13 anos de idade, frisou que o mosquito transmite "além da dengue, doenças como o zika vírus e a febre amarela". Joyce Ramony Gomes da Silva, também de 13 anos de idade, relatou: "os meus primos já pegaram a dengue". "Uma dica para evitar a doença é não deixara água parada", aconselha a garota. "A importância dessa passeata é eles (alunos) saberem que podem ser multiplicadores de ações de conscientização, inclusive em suas casas", afirma a coordenadora Angélica.

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