A correria marcou o período especial antes da festa

Nas lojas, os piracicabanos procuraram ofertas e itens para presentear em grande estilo (Del Rodrigues)
Terça-feira, 26 de dezembro de 2017 A costureira Paula Angarten e a filha Thaís pesquisaram os melhores preços e oportunidades de compras, no Comércio Central de Piracicaba. A menina se apaixonou por um par de chinelos decorados e não hesitou em calçá-los. “São compras de última hora”, resumiu a costureira que para enfrentar a maratona de longas filas, lojas e calçadas lotadas, sob um forte calor, procurou se hidratar bem antes de sair de casa. O cenário do Comércio em Piracicaba, às vésperas do Natal, não fugiu à regra da maioria das vezes nos poucos dias que antecedem a festa. Pessoas com pacotes nos braços, consumidor procurando boas ofertas, caras de cansaço e vendedores sedentos para convencer o cliente a levar o presentinho para a festa natalina. “É o brasileiro cumprindo o hábito de deixar para a última hora as compras de Natal”, disse a gerente da Passarela Calçados, Flávia Ferreira. Ela disse que o movimento ficou intenso a partir da sexta-feira. “Os vendedores ficam descabelados. Com chuva ou com sol, as pessoas vêm comprar”, disse. Vale lembrar que as lojas permanecerão fechadas nestas segunda-feira (25) e terça-feira (26) e reabrirão nesta quarta (27). A auxiliar Lúcia da Silva e a filha Rudneia, estavam escolhendo roupas para a festa natalina e também para o Réveillon. “Compramos presentes e agora estamos escolhendo umas roupas”, disse Rudneia. O aposentado Pitágoras Antonio da Silva ainda buscava alguns brinquedos para os netos. “Acho que vou ter que comprar mais uns três porque vem ‘filha de fora’ com os filhos para a ceia”, disse ele. A gerente da loja Flafer, Lucinete Leal, disse que, na véspera de Natal, o número de consumidores foi grande nas lojas. São pessoas que se esqueceram ou não tiveram tempo de comprar os presentes e até para a troca de mercadorias. Ela disse que o valor médio de gastos em presentes está em cerca de R$ 50,00 e que a segunda onda de vendas, destinadas ao Réveillon, também terá bom movimento a partir de quarta-feira, quando o Comércio será reaberto. Ela projeta um aumento de 5% nas vendas ante o mesmo período do ano passado.