Goleiro deixou o Maracanã e seguiu direto para um hospital
Yony Gonzalez, do Junior de Barranquilla, tromba com Diego Alves, do Flamengo (Leo Correa/AP)
O chefe do Departamento Médico do Flamengo, Márcio Tannure, confirmou o afastamento do goleiro Diego Alves, por dois meses por causa de uma fratura na clavícula sofrida no primeiro tempo da vitória por 2 a 1 sobre o Junior Barranquilla, no Maracanã, no duelo de ida da semifinal da Copa Sul-Americana. O médico também confirmou que o atleta terá de ser submetido a uma cirurgia. "Diego Alves sofreu um trauma, realizou os exames que confirmaram nossa suspeita de fratura no ombro direito. O tratamento é cirúrgico. Ele será operado no Hospital Samaritano, aqui na Barra (da Tijuca). O tempo de retorno esperado é de cerca de oito semanas para essa cirurgia. Temos a expectativa de que no ano que vem esteja apto para retomar as atividades", explicou o médico, em entrevista coletiva, no Rio de Janeiro. De acordo com a previsão do chefe de Tannure, Diego Alves poderá retomar as primeiras atividades físicas na academia em cerca de duas semanas. "Inicialmente, (Diego) fica com o braço imobilizado, mas acreditamos que, tudo correndo bem, num prazo de 15 dias a gente já possa voltar a trabalhar com ele numa bicicleta, mas sem utilizar o ombro", complementou o médico. Diego se machucou ao sair do gol para impedir o avanço do colombiano Yony González aos 19 minutos do primeiro tempo. Ele tentou permanecer em campo, mas não suportou as dores e foi substituído por Alex Muralha. O goleiro deixou o estádio do Maracanã e seguiu para um hospital, onde realizou os exames que confirmaram a fratura.