VARIEDADES

Crítica ao absurdo da discriminação sexual

Entre os muitos retrocessos da atual sociedade brasileira, sobram alguns avanços. Entre eles, o reconhecimento dos direitos LGBT, uma luta ainda por ser travada de maneira mais ampla, mas que já deu alguns passos adiante

Estadão Conteúdo
16/08/2018 às 08:00.
Atualizado em 19/04/2022 às 00:13

Entre os muitos retrocessos da atual sociedade brasileira, sobram alguns avanços. Entre eles, o reconhecimento dos direitos LGBT, uma luta ainda por ser travada de maneira mais ampla, mas que já deu alguns passos adiante.

Nesse contexto, é lançado o documentário Abrindo o Armário, mesclando depoimentos de artistas veteranos, como o do escritor e cineasta João Silvério Trevisan aos de jovens como Linn da Quebrada e Viper Venomous.

O filme tenta - e consegue - mostrar o absurdo que significa discriminar alguém por conta de sua sexualidade.

Abrindo o Armário

(Brasil/2016, 87 min.) Dir. de Dario Menezes, Luís Abramo. Com MC Linn da Quebrada, Ciro Barcelos, João Silvério Trevisan

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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