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Salão de Aquarelas terá participação de 44 artistas

No total, a segunda edição do evento recebeu 234 inscrições, um ótimo número

Da Redação
correiopontocom@rac.com.br
08/03/2016 às 18:44.
Atualizado em 28/04/2022 às 05:39

Prêmio Unimed foi para Renato Palmuti, com a obra Sadhu (Píngala) (Eleni Destro)

O 2º Salão de Aquarelas - Piracicaba (SAP), realizado pela Semac (Secretaria Municipal da Ação Cultural), já definiu os trabalhos da mostra principal e também os premiados que ficarão expostos na Pinacoteca Municipal Miguel Dutra. A mostra, que abre no dia 1º de abril, terá 76 obras de 44 artistas e 14 delas foram premiadas. No total, a segunda edição do SAP recebeu 234 inscrições. Foram premiados Carmelo Gentil Filho, Klaus (Nikolaus) Reichardt e Carlos Avelino dos Reis (Prêmio Aquisitivo Prefeitura Municipal de Piracicaba), com as obras Série Cidade de São Paulo nº 14, Esalq – Parque Central e Quintal com Varal, respectivamente. Renato Palmuti e Paulete Vaisberg Gerecht venceram o Prêmio Aquisitivo Unimed, com as obras Sadhu (Píngala) e Nebulosa, respectivamente. Já a Medalha Miguel Dutra foi para Marco Antonio de São Pedro, com o conjunto Onde Nasci, na Ribeira das Naus, Onde Estive, Numa Expedição ao Brasil e Onde Morri, num Naufrágio em Alto Mar. A novidade dessa edição, o Prêmio Aquisitivo Bauhaus Brasil – Piracicaba foi entregue para João Paulo de Carvalho, com a obra Topofilia I. O Prêmio Koralle, por sua vez, foi para Marlene da Silva Cafruni, com a obra Tradição Italiana I, enquanto que o Prêmio Pintar ficou com Claudio Roque Ferreira, com A Monocromia da Paisagem. Também foram conferidas menções honrosas a cinco artistas: Ubirajara da Rocha Mros, por Sem Destino; Maria Rita Almeida Correa, com Entardecer e Dia de Sol em Paraty; Denise Otero Storer, premiada com a obra Gerações; Graciela Ines Wakizaka Yamada, com Bruma da Manhã e Plenitude, e Valéria Franco Mendes, com as obras Anei e Aneci. O júri de seleção e premiação foi composto por Jorge Eduardo Alves de Souza, Elisabeth Laky Gatti e Anderson Nascimento. O autor do livro 'Aquarelas do Brasil' e um dos aquarelistas mais importantes do Brasil, o carioca Souza, disse que a seleção foi tarefa árdua. “Foi difícil porque temos que colocar de lado a preferência pessoal, já que aquilo que nós estamos julgando não se trata somente de gosto, é a magia da aquarela, a transparência, a dificuldade da aquarela”, diz. “Outro quesito que envolve a técnica é que ela é uma arte a dois: é o artista e a água. Porque a água, às vezes, toma alguns caminhos que a gente, que tem muita experiência, não imagina que vai acontecer e quando acontece, surpreende”, acrescenta. “A missão foi delicada porque as aquarelas têm uma diversidade grande e os trabalhos são de um bom nível. Eu creio que este Salão vai apresentar um resultado muito gratificante para quem visitar”, disse Elizabeth. Serviço Abertura dia 1º de abril, na Pinacoteca Miguel Dutra, localizada à rua Moraes Barros, 233. Informações pelo telefone: (19) 3433-4930.

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